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sábado, 22 de outubro de 2011

Coral de Libras do CIEP Marcos Freire

Aqui fiz grandes amigos, conheci grandes pessoas, fizemos história, deixamos saudades...
E agora que me despeço de Sepetiba, sinto que uma parte de mim vai ficar por aí com certeza...
Através desse coral falamos, cantamos, tocamos os corações, emocionamos, fizemos poesias, aprendemos a respeitar, a incluir de verdade, a fazer parte de algo maior que nós...
Agradeço à Deus,
Aos meus amigos que abraçaram comigo essa causa: Edmilson - diretor do CIEP, Márcia - diretora adjunta, ao professor Adonias Ribeiro - amigo, mentor, fundamental para o sucesso do projeto, aos professores e a todos aqueles que de um modo ou de outro ajudaram, incentivaram, participaram, motivaram se doaram para que esse projeto tivessem vida...

Enfim meu muito obrigado!!!
Cláudio Euzebio

sábado, 8 de outubro de 2011

Estou sem tempo para atualizar meu blog...

Estou sem muito tempo para atualizar o meu blog, principalmente essa semana de provas..
Nossa tive que aplicar e corrigir umas noventa provas...
As resposta, quando tinham, eram as mais cabeludas possíveis. Ainda bem que já vinham prontas da rede e eram de múltipla escolha... bastava usar a máscara de correção para que adiantar o nosso trabalho. Graças à Deus, não tive que passar pela desprazer de ler respostas que sinceramente, acabam com a alma de qualquer professor...
Mas para não fugir à regra a prova de redação foi uma festa... Cada pérola que é melhor deixá-las enterradas no fundo do mar da minha memória, e as provas eu prefiro nem entregá-las aos seus respectivos "autores".
Bom é isso aí, depois de uma semana de grandes gênios com usas criatividades geniais, eu me vi sem fôlego ou inspiração para escrever... Afinal de contas, depois de ler coisas tão geniais como eu poderia superá-los aqui nestas páginas...
Mas com muita calma e serenidade, eu vou conseguir recobrar alguma sanidade para escrever coisas que valham à pena...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Crônicas de uma Insônia Induzida

Domingo, chego em casa à noite, do culto, mais um dia encerrado, hora de descansar, afinal daqui à pouco, 3:40h tenho que estar de pé e despertado para mais uma viagem até o meu trabalho.
São 22:30h, vou me deitar, logo o sono chega, sei que chegou porque logo em seguida o vi saindo...
Meu filho deitado em minha cama, começa a assoar o nariz, parecia mais uma chaleira fervendo, ou um trem buzinando, meu Deus!
Acordo suplicante:
- Filho, vai assoar esse nariz na pia do banheiro...
- Ah, pai, eu gosto de assoar com o papel e tô bem, deitadinho aqui, com os pés pra cima...
Nossa parecia que não ia acabar mais. Eu já nem sei se o que tinha ali era catarro ou se tava saindo as gordurinhas dele também, se assim fosse, vou te contar, hein, aquilo iria durar a noite toda...
Finalmente, consigo fechar os olhos, quando de repente o meu quarto se enche de estrelas, mas não eram as celestiais, mas sim, resultado de uma tremenda pezada que levo no meio da cara. Acordo assustado. Meu filho deixou os pés escorregarem até a minha face e lá estavam as estrelas enchendo e brilhando em todo o quarto.
Pedido de desculpas aceitas, volto a dormir. Nossa, como estou com sono!!!
De repente, o meu filhote, decide se levantar da cama. Terremoto... A cama se sacoleja toda, sou acordado novamente...
Passou.
Volto a dormir, novo tremor... É ele voltando correndo e saltando sobre a cama! Ai meu Deus! Não é possível.
Tusso e tenho que levantar. Não acredito, numa dessas o sono vai embora de vez.
E na maior inocência, meu filho pergunta:
- Pai, não fui quem te acordei foi?
- Foi sim, você me acordou – respondo resmungando e mal humorado.
Volto do banheiro, deito e o sono vem logo me abraçar... Mas percebo em seguida que não é só o sono quem me abraça e me envolve, sinto pernas, braços e um peso enorme sobre mim. É o meu filho se jogando todo em cima de mim. Ele deve pesar uns 60 quilos e olhe que ele só tem 9 anos.
Eu mereço, não é possível. Será que essa noite vai dar pra dormir?
Penso que deveria dar uma olhada no relógio só para saber que horas são.
- Ah não, tô com preguiça, sono, cansado... meu relógio biológico deveria saber que horas são, ele deveria saber quanto tempo já durava essa remação. Pra que nos serve um relógio biológico se quando precisamos saber das horas quando o sono se vai temos que consultar o relógio máquina?
Viro para o lado. Enfim, contra todas as possibilidades, o sono não me abandonou. Finalmente durmo.
TRIM!!! TRIM!!!!
- Mais o que é agora? – Resmungo, atordoado e sonolento.
Olho o relógio, são 3:50h. hora de levantar. 
A esposa já está com o café fervente na caneca pronto para ser saboreado. Bebo um gole, deu uma esquentada no frio. É essa noite fez frio.
Olho meu filho dormindo. Um anjo lhe faz companhia... Durma em paz meu filhote, papai te ama.
Abro a porta, um beijo na esposa e saio para mais uma semana de trabalho.
Está garoando... Que bom, vai dar uma baixada na poeira que as obras de saneamento nas ruas estão causando... Mas enfim, o saneamento chegou... O asfalto e a água... Bom, a gente espera mais um pouquinho...

Betel, Campeão da Copa Evangélica Estadual - 2011






Dá-lhe! Dá-lhe! Dá-lhe! Dá-lhe, ô! Betel do meu coração!!!!



Betel, Campeão Estadual da Copa Evangélica de Futebol!!



Betel, Campeão Celestial de Restauração de Vidas no Jardim de Deus!!!!!!



Rumo aos Milhares!!!!!!!



Juntos Somos Mais Fortes!!!!



sábado, 10 de setembro de 2011

Não Sou Especialista em Bulling

Não sou especialista em bulling, mas conheci uma...
Sempre que ouço ou leio alguém falar sobre bulling, principalmente na mídia, eu escuto ou leio mais ou menos a seguinte expressão: “Bulling é uma palavra inglesa que, segundo os ‘especialistas’ não tem tradução na nossa língua.”.
Nisso, eu fico aqui pensando com os meus botões e isso me leva a lembrar dos meus tempos de guri. Lembro-me da minha avó, D. Otília, quando nos advertia severamente, sempre acompanhada de uma famigerada vara de goiaba ou um fio de ferro dobrado, para que nós não ficássemos “bulindo” com ninguém na rua, principalmente na escola. E que se ela recebesse qualquer reclamação nossa na escola ou de algum vizinho de que nós estivéssemos “bulindo” com alguém, que a vara ia “bulir” no nosso lombo bonitinho.
Uma coisa eu digo a vocês: aí de nós se alguém fosse fazer reclamação com a minha avó à nosso respeito. A vara “bulia”, mas “bulia” direitinho no nosso rabo.
Daí, eu fico a pensar que na verdade essa expressão não é de origem inglesa, mas sim da linguagem simples da nossa gente matuta que vive no interior do nosso país. E que essa expressão foi sim “exportada” lá para fora e depois de transliterada naquela língua, nos retorna como se fosse uma matéria-prima manufaturada e nos trazida para nós como um  produto novo, como se nunca o tivéssemos visto, a última novidade do mercado de expressões linguísticas estrangeira.
Aí, aí, que pena que os nosso “especialistas” tão estudados no assunto, lá com os seus PHD’s mais não sei o QUE’S, não tiveram a oportunidade de conhecer um pouco a minha avó, não necessariamente nos nossos lombos, pois  esse “privilégio” só nós tivemos, mas, a minha saudosa avó, uma negra senil analfabeta, mas que dotada de uma simplicidade, detinha um conhecimento “especialíssimo”: A sabedoria popular.